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#2 Coisas que todos gostam, menos eu!

Vamos primeiramente prestigiar os casters dessa semana!

Everton Tonzeira – Sente vergonha alheia da trilogia Matrix.

Paulo Metalgamer – Fã da opinião da Glória Pires

Caique (Kaique) – Não é famoso, ainda.

Rafael – Wingardium Leviosããããããaãããããããã

Olá ouvintes guerreiros! Pois bem, estão aqui para mais uma descrição divertida? Vamos nessa!

Neste esplêndido episódio, nossos casters de elite embarcam em uma pergunta sobre coisas que todo mundo gosta menos eles. Essa indagação é rapidamente quebrada quando é citado “fãs de KPOP”, pois sabemos que nem mesmo os fãs de Kapópê se suportam, porque, como visto em um documentário do Animal Planet, essa espécie vive em guerras imaginárias uma contra as outras, em fandoms que é um verdadeiro portal para uma utopia totalitária, onde ou você ama o mesmo coreano dançarino daquela banda determinada, ou você não deveria ter o mesmo direito de viver no planeta, que as divindades da música popular coreana vivem, e deveria ser exterminado por pensar diferente, assim como acontece de fato em outro lugar da Coreia, um pouco mais ao norte. (0_0) Melhor eu parar por aqui, antes de ser cancelado por crianças, com muito tempo livre pra se importar com isso.

Em seguida são abordados, séries que nunca acabam, mas que muita gente gosta, como o “La Casa de Papel” e The Walking Dead, por exemplo. Porém, The Walking Dead se supera, porque tem mais séries de spinoff, do que existe paciência nesse planeta pra assistir.

Não podemos deixar de citar o show “The Big Bang Theory”, que pode despertar o verdadeiro ódio irracional por conta de diversos fatores, incluindo a personalidade irritante de Sheldon Cooper, piadas vazias depois de anos e anos de show, onde o motivo da piada é só porque ficou tão óbvio uma característica do personagem, que o personagem nem precisa fazer a piada, basta olhar fixamente sem falar o texto que as palmas cairão do céu automaticamente.

Nesse episódio algumas vezes foi citado o famoso bruxinho do ensino fundamental, o Harry Puto Potter, mas, você deve ter notado, que até mesmo a bancada mais sem controle do Brasil, pegou leve com os filmes, por conta de lembranças boas de infância. Outra vez, os fãs de Harry Potter, talvez sejam o maior problema, assim como acontece na música, na maioria das coisas boas na face dessa terra, tudo que um fã lunático toca, se torna caos e destruição. Nem mesmo alguns fãs latinos deixam de passar vergonha ao se tornar aquela coisa com “N” que termina com “zista”, mesmo com toda carga negativa e destrutiva desse movimento irracional, mas como vimos no episódio desse podcast, a parte cognitiva racional parece sempre se danificar quando se endeusa qualquer tipo de obra, seja músical, um filme, série ou até mesmo um artista.

Outro assunto abordado, mas não menos importante, é comida. Sim, até nisso, coisas certas que todo mundo poderia gostar, nossos heróis podem discordar, esse assunto gerou muito embate, mas realmente descobrimos muita cultura e informação, e até o fato veio a tona, de que na real, não são usados cachorros pra fazer espetinho grego, mas sim fuligem de ônibus e carros e carne de pombo pra dar o sabor.

Por fim, encerro essa descrição, e espero vê-los por aqui de novo no próximo episódio, e não esqueça da lição desse bendito episódio, que é:

“Não seja como o Luis o espalha lixo, não espalhe lixo na rua, e nem nas redes sociais!”

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#6 – Entrevista com Vem Noobar Comigo

É isso mesmo! Nossos casters de elite estão aqui para conversar com a dona do canal Vem Noobar Comigo, falando sobre seu canal no YouTube, seus passos como desenvolvedora e muito mais!

Esse episódio, foi realmente fora da curva, onde foram vistos vários pontos de qual foi a experiência da Viih no mundo dos games, e ainda dando dicas de como manter um canal no YouTube, quais foram seus jogos e sua caminhada na criação de conteúdos.

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#5 Apelido pra mais de metro

Neste episódio, estamos passando os limites razoáveis, e nossos casters de elite estão dividindo com vocês, quais eram os apelidos que eles recebiam, e inventavam para seus arquirrivais, e todos nós sabemos, como pré-adolescentes podiam ser nefastos, na arte de insultar, e claro, que muitos desses apelidos alguns levam pra toda vida, como cabeção da malhação que foi inspiração para muitos cabeções por esse “brasilzão” a fora.

Muitos dizem, que antigamente era a melhor época para se crescer. Muitos homens e mulheres foram formados, na pressão do bullying, ou no carinho amigável de apelidos, que poderiam ser usados para ressaltar uma característica sua positiva, ou muitas vezes, negativa. Quem nunca foi chamado de tampinha, ou para os mais altos, como “boneco de olinda”. Se tivesse um nariz um pouco mais avantajado, ja era chamado de pinóquio, ou era acusado de roubar todo oxigênio da sala.

Gostaria de deixar claro que nomes, idades e qualquer informação foram alteradas, e este episódio não é pra ser levado a sério, apenas um podcast sobre apelidos, e experiências com fim de comédia.

Caso tenha se sentido ofendido por qualquer palavra dita, pau no seu … ops, aháá te peguei, ainda ta lendo isso? É sério? Tá, você ganhou, você realmente é um leitor de primeira, mas vê se volta logo a ouvir o episódio, e se quiser dar uma opinião, e xingar muito no twitter, é só nos marcar no @castsemcontrole . Nosso facebook é @semcontrolecast

Quem diria que falar sobre apelidos renderia tantos minutos assim? Realmente essa galera precisa de terapia.

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#4 – Sobrevivendo ao mundo apocalíptico

Neste esplêndido episódio, nosso grupo de elite de podcasters Sem Controle, falam sobre como lidariam com um mundo apocalíptico.

Claro, que como brasileiros, nós já temos experiência com hordas de pessoas se comendo, fedendo a um cheiro parecido com a decomposição, e que varrem as ruas espalhando caos e mortes, que é o nosso carnaval.

Será que você seria o sortudo ou azarado que ficaria vivo tempo bastante, pra conseguir ver a civilização cair ao chão? Onde haveria cidades desertas, com comida e suprimentos escassos, e sem nenhuma revista da Tiazinha da Playboy e sem internet? Que mundo horroroso seria, de se viver.

Aposto que você se imaginou com uma arma fodona, e você seria um dos poucos restantes da sociedade, sairia por aí matando zumbis, ou sei lá o que o futuro nos reservou, enquanto se mantém ainda são e ético. Tem certeza?

Você já fica ofegante ao ter que andar até o portão onde o entregador de comida está, e não tem a capacidade de beber água, que é o básico da sobrevivência, mesmo tendo em casa neste exato momento. Imagina ter que disputar isso no tapa com outro esfomeado, ou pior, ter que disputar isso contra um crossfiteiro, que levanta quatro vezes o seu peso, e antes do apocalipse vivia postando #taPago no Instagram.

Sim, você tá ferrado, mas, com esse podcast, pelo menos você pode tirar algumas lições, que no caso são… bom, sabe?… eu não sei, mas deve ter alguma coisa que dá pra aproveitar, como por exemplo, se tiver um apocalipse, tenha um amigo gordinho, porque aí, você não precisa correr mais que os zumbis, só mais que o seu amigo gordinho. Bom, já tá bom de lição.

Melhor eu encerrar esse texto, antes de ser cancelado novamente. Segue nós nas redes sociais, os links estão abaixo, e aperte pra nos seguir nas plataformas de podcast, estamos disponíveis em todas elas. Se quiser doar dinheiro pra pagar o editor que vive atrasando, estamos no Picpay, o código QR está abaixo também.

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