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Análise Death Note do Netflix (Sem spoiler)

 

Confia em mim, essa análise é completamente sem spoilers, mas não vamos  aliviar na crítica.

Pra começar  temos a “americanização” e a mudança radical do Light do anime para o do Netflix, o Light da Netflix é apenas um garoto que é um pouco acima da média em questão de inteligência mas não muito acima, ele não é metódico e nem cuidadoso e muito menos estratégico como conhecemos. É um garoto que tem como sua motivação a morte de sua mãe, e ainda acho incrível o descuido em encontrar a sua “parceira de crimes” , mas você saberá o quão ridículo foi quando você mesmo assistir.

Achei que essa adaptação seria bem melhor se mudassem o nome do Light para qualquer outro, e se fosse uma continuação da história do anime onde o antigo dono do caderno seria o Light do anime e o da Netflix fosse o sucessor e isso explicaria o porque da adaptação mostrar todas as regras no Death Note e porque o Ryuk sabia dessas regras, mas não vou me aprofundar muito nisso.

Vou falar um pouco do “L”, ele é muito mais impulsivo do que o esperado, ele mostra um pouco dos sinais de estrategista só que muito mais escrachado mostrado como um cara descolado, o que sabemos não faz o estilo do “L”, além disso ele se mostra muito sentimental o que também não combina com o conceito e essência do L que conhecemos, ele mostra sinal de descontrole e raiva em muitas cenas e senti falta da essência calma e superior ao lidar com o Kira., basicamente esse L não tem nada haver com o L do anime e mangá.

A Misa que no filme se chama Mia, tem uma personalidade completamente diferente do esperado, ao invés de ser subordinada do sociopata Light, no filme da Netflix ela é basicamente o sociopata e a dominadora da relação o que não tem embasamento no anime e nem no mangá mas foi até que uma boa jogada, que permitiu uma reviravolta muito interessante que elevou um pouco a nota dessa avaliação. A Mia foi uma boa personagem e um pouco menos irritante e mais inteligente do que o protagonista muitas vezes.

 

Se você for ver o filme sem nenhuma bagagem do anime ou mangá, realmente pode gostar bastante, eu até que gostei um pouco porque sempre imagino um roteiro alternativo na minha mente enquanto assisto e então isso fica mais suportável. O Ryuk dessa adaptação foi a única coisa que se manteve quase a mesma coisa, ele não está do lado de ninguém e apenas quer curtir o show dos humanos.

 

Eu realmente recomendo assistir só pra ver com seus próprios olhos o que todos estão comentando, não há palavras para descrever o que foi feito com essa obra que tem muitos pontos negativos mas pelo menos tem um final no mínimo interessante, ele não é ruim o suficiente para te impedir de ver mas não é bom o suficiente para ser o melhor, mas tem uma reviravolta muito interessante envolvendo a Misa, que realmente deu um valor a mais que eu realmente não esperava, por isso a nota se elevou bastante.

 

 

 

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#6 – Entrevista com Vem Noobar Comigo

É isso mesmo! Nossos casters de elite estão aqui para conversar com a dona do canal Vem Noobar Comigo, falando sobre seu canal no YouTube, seus passos como desenvolvedora e muito mais!

Esse episódio, foi realmente fora da curva, onde foram vistos vários pontos de qual foi a experiência da Viih no mundo dos games, e ainda dando dicas de como manter um canal no YouTube, quais foram seus jogos e sua caminhada na criação de conteúdos.

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#5 Apelido pra mais de metro

Neste episódio, estamos passando os limites razoáveis, e nossos casters de elite estão dividindo com vocês, quais eram os apelidos que eles recebiam, e inventavam para seus arquirrivais, e todos nós sabemos, como pré-adolescentes podiam ser nefastos, na arte de insultar, e claro, que muitos desses apelidos alguns levam pra toda vida, como cabeção da malhação que foi inspiração para muitos cabeções por esse “brasilzão” a fora.

Muitos dizem, que antigamente era a melhor época para se crescer. Muitos homens e mulheres foram formados, na pressão do bullying, ou no carinho amigável de apelidos, que poderiam ser usados para ressaltar uma característica sua positiva, ou muitas vezes, negativa. Quem nunca foi chamado de tampinha, ou para os mais altos, como “boneco de olinda”. Se tivesse um nariz um pouco mais avantajado, ja era chamado de pinóquio, ou era acusado de roubar todo oxigênio da sala.

Gostaria de deixar claro que nomes, idades e qualquer informação foram alteradas, e este episódio não é pra ser levado a sério, apenas um podcast sobre apelidos, e experiências com fim de comédia.

Caso tenha se sentido ofendido por qualquer palavra dita, pau no seu … ops, aháá te peguei, ainda ta lendo isso? É sério? Tá, você ganhou, você realmente é um leitor de primeira, mas vê se volta logo a ouvir o episódio, e se quiser dar uma opinião, e xingar muito no twitter, é só nos marcar no @castsemcontrole . Nosso facebook é @semcontrolecast

Quem diria que falar sobre apelidos renderia tantos minutos assim? Realmente essa galera precisa de terapia.

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