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Angel Beats – Análise

Anime um pouco antigo, mas que vale seu tempo. Com um tema pouco utilizado e uma trama crescente, o anime acaba conseguindo prender o espectador até seu fim.

A história foca no jovem Yuzuru Otonashi que acaba acordando em um lugar completamente desconhecido, não consegue lembrar seu nome nem como foi parar ali, basicamente não sabe quem ele é. Este lugar no qual ele acorda é uma escola, com vários alunos, ao encontrar alguns destes ele consegue compreender o que aquele lugar é.

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Tudo aquilo não passa de um lugar pré reencarnação, para aqueles que acabaram perdendo sua vida cedo demais e não tiveram uma vida de jovem comum, como estudar entre outras coisas, acabam indo parar lá. O objetivo deste lugar é que os jovens que foram parar ali tenham uma vida escolar comum para no fim do ano letivo alcançaremm o nirvana e reencarnem.

Dividindo este Colégio com eles há centenas de NPC’s (no Anime Angel Beats, Yurippe refere-se aos NPC como pessoas que já estavam no mundo antes de Otonashi ir para o mundo após a morte) que seguem sua vida estudantil diariamente fazendo as mesmas coisas sempre, como todo bom NPC.

A questão é que os jovens que foram parar ali tem a teoria de que se forem bons alunos irão reencarnar e nesse processo de reencarnação podem acabar virando um inseto, uma larva, não necessariamente humanos, por este motivo eles fazem (“algazarra”, falando de uma forma correta) muita merda, muita merda mesmo, desta forma eles prolongam seu tempo ali de forma indeterminada.

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Até ai o anime segue bem “WTF?”, porém o enredo realmente começa a fluir com a entrada do personagem anjo, uma jovem estudante que pune severamente os alunos desordeiros. Há uma constante batalha entre os alunos rebeldes e a anjo e no meio dessa batalha sempre está Yuzuru, sempre sem entender o porque daquilo tudo, sem saber seu nome nem quem ele é.

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O drama maior é essa crise existencial do personagem principal e como foi a vida dele, como ele a perdeu. Os primeiro episódios dão a entender que é apenas um anime zueiro e meio sem nexo, mas a sequência de episódios bons e a grande virada de roteiro fazem cada episódio “WTF” valerem a pena.

O anime vai te emocionar e ao mesmo tempo te fazer rir, seu cérebro vai explodir com o Plot twist (“reviravolta de roteiro”) e o final ira trazer aquele suor másculo nos olhos, então assista e se deleite com este excelente anime.

 

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#6 – Entrevista com Vem Noobar Comigo

É isso mesmo! Nossos casters de elite estão aqui para conversar com a dona do canal Vem Noobar Comigo, falando sobre seu canal no YouTube, seus passos como desenvolvedora e muito mais!

Esse episódio, foi realmente fora da curva, onde foram vistos vários pontos de qual foi a experiência da Viih no mundo dos games, e ainda dando dicas de como manter um canal no YouTube, quais foram seus jogos e sua caminhada na criação de conteúdos.

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#5 Apelido pra mais de metro

Neste episódio, estamos passando os limites razoáveis, e nossos casters de elite estão dividindo com vocês, quais eram os apelidos que eles recebiam, e inventavam para seus arquirrivais, e todos nós sabemos, como pré-adolescentes podiam ser nefastos, na arte de insultar, e claro, que muitos desses apelidos alguns levam pra toda vida, como cabeção da malhação que foi inspiração para muitos cabeções por esse “brasilzão” a fora.

Muitos dizem, que antigamente era a melhor época para se crescer. Muitos homens e mulheres foram formados, na pressão do bullying, ou no carinho amigável de apelidos, que poderiam ser usados para ressaltar uma característica sua positiva, ou muitas vezes, negativa. Quem nunca foi chamado de tampinha, ou para os mais altos, como “boneco de olinda”. Se tivesse um nariz um pouco mais avantajado, ja era chamado de pinóquio, ou era acusado de roubar todo oxigênio da sala.

Gostaria de deixar claro que nomes, idades e qualquer informação foram alteradas, e este episódio não é pra ser levado a sério, apenas um podcast sobre apelidos, e experiências com fim de comédia.

Caso tenha se sentido ofendido por qualquer palavra dita, pau no seu … ops, aháá te peguei, ainda ta lendo isso? É sério? Tá, você ganhou, você realmente é um leitor de primeira, mas vê se volta logo a ouvir o episódio, e se quiser dar uma opinião, e xingar muito no twitter, é só nos marcar no @castsemcontrole . Nosso facebook é @semcontrolecast

Quem diria que falar sobre apelidos renderia tantos minutos assim? Realmente essa galera precisa de terapia.

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