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Crítica White Gold (Disponível na Netflix)

Vemos em White Gold um clássico estilo de narração que quebra a quarta parede(quando o personagem fala direto com quem assiste) que é uma, digamos… uma receita copiada do filme o Lobo de Wall Street e tantos outros, que traz tanto no filme Lobo de Wall Street quanto na série um personagem arrogante e auto intitulado cretino ambicioso e bom de lábia que consegue convencer seus clientes a comprar qualquer coisa, é um cara que faz sucesso apenas na vida profissional deixando em último plano família e dando lugar apenas a sua ambição e prazer não SE importando com ninguém. Você pode até pensar que estou insultando muito o personagem, mas realmente se ele fosse real iria encarar como um elogio.

Sinópse

Essex, 1983. O vendedor Vincent (Ed Westick) precisa usar o carisma e a lábia para chamar atenção no showroom onde trabalha. Mas ele vê que isso não é o suficiente e deixa de lado a moral para se dar bem em cima da concorrência.

 

 

A série traz um aspecto retrô da época de 1990, sobre a vida dos vendedores de janelas sem escrúpulos , com cenas gratuitas de genitálias  não amostra mas incoveniente e sexo tentando se encaixar em meio a cenas “quase cômicas”, acredito que se você assistiu The inbetweeners  vai sacar a “referência”, na verdade cópia absurda, mas não vou entrar no mérito de julgar o quanto foi copiado dessa obra que também não é acima do mediano.

 

 

 

Nerdzando Gif White Gold 2

 Como previsto pelo piloto, se você é daqueles que tenta adivinhar o que vai rolar na série depois do primeiro episódio, vai meio que deduzir que possivelmente Vincent tenha fome de poder e acabe afastando sua família e que acabe competindo mais e mais, por poder e dinheiro em meio a traições e uso de substâncias e no final (que no momento que escrevo isso ainda não saiu) ele acabe sozinho e que ele talvez tente recuperar os valores imateriais que ele nunca buscou para se sentir feliz . Bom, pelo menos é a minha aposta.

 

 

 Particularmente eu assisti a 1ª temporada e as piadas forçadas, cenas desnecessárias para tentar ser cômico e a “forçação de barra” do recurso de quebra de quarta parede para se aproximar de quem está assistindo, em uma receita muito desgastada sem trazer muitos elementos novos torna a série menos empolgante para certo público, mas talvez agrade um pouco de quem gosta de um galã interpretando um arrogante e cretino nos negócios e com as mulheres, sei lá, gosto é gosto, cada um tem o seu. Na minha opinião não é uma grande série, sinceramente não recomendaria, mas vou ver o que se segue na segunda temporada, para talvez atualizar esse texto com alguns adendos positivos, pois até o momento não houve quase nenhum.

Veja o trailer abaixo do primeiro episódio, assista a série e tire suas próprias conclusões e comente abaixo o que você achou. *Spoilers nos comentários serão banidos.

 

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#6 – Entrevista com Vem Noobar Comigo

É isso mesmo! Nossos casters de elite estão aqui para conversar com a dona do canal Vem Noobar Comigo, falando sobre seu canal no YouTube, seus passos como desenvolvedora e muito mais!

Esse episódio, foi realmente fora da curva, onde foram vistos vários pontos de qual foi a experiência da Viih no mundo dos games, e ainda dando dicas de como manter um canal no YouTube, quais foram seus jogos e sua caminhada na criação de conteúdos.

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#5 Apelido pra mais de metro

Neste episódio, estamos passando os limites razoáveis, e nossos casters de elite estão dividindo com vocês, quais eram os apelidos que eles recebiam, e inventavam para seus arquirrivais, e todos nós sabemos, como pré-adolescentes podiam ser nefastos, na arte de insultar, e claro, que muitos desses apelidos alguns levam pra toda vida, como cabeção da malhação que foi inspiração para muitos cabeções por esse “brasilzão” a fora.

Muitos dizem, que antigamente era a melhor época para se crescer. Muitos homens e mulheres foram formados, na pressão do bullying, ou no carinho amigável de apelidos, que poderiam ser usados para ressaltar uma característica sua positiva, ou muitas vezes, negativa. Quem nunca foi chamado de tampinha, ou para os mais altos, como “boneco de olinda”. Se tivesse um nariz um pouco mais avantajado, ja era chamado de pinóquio, ou era acusado de roubar todo oxigênio da sala.

Gostaria de deixar claro que nomes, idades e qualquer informação foram alteradas, e este episódio não é pra ser levado a sério, apenas um podcast sobre apelidos, e experiências com fim de comédia.

Caso tenha se sentido ofendido por qualquer palavra dita, pau no seu … ops, aháá te peguei, ainda ta lendo isso? É sério? Tá, você ganhou, você realmente é um leitor de primeira, mas vê se volta logo a ouvir o episódio, e se quiser dar uma opinião, e xingar muito no twitter, é só nos marcar no @castsemcontrole . Nosso facebook é @semcontrolecast

Quem diria que falar sobre apelidos renderia tantos minutos assim? Realmente essa galera precisa de terapia.

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