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Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa) – Crítica

O filme/anime Jardim das palavras, relata a história do rapaz Takao Akizuki de 15 anos, ainda cursando o ensino médio, cujo o sonho é se tornar um designer de sapatos, que em manhãs de chuva gostava de caminhar pelo parque e desenhar.

  Fugindo completamente do tipo padrão do romance em animes, esse filme/anime trás uma história muito mais completa, dando uma lição para sua vida, mostra como simples atos podem mudar e influenciar em tudo, além disso, toda a animação é extraordinariamente feita com muito zelo e capricho, em um estilo em que cada frame é uma obra de arte visual na sua cara a todo instante.

  A obra relata a história de Takao Akizuki, um jovem estudante, que acaba se desanimando com as aulas, devido aos seus problemas familiares e financeiros. O jovem vê manhãs de chuva como uma boa desculpa para matar suas primeiras aulas e ir até o parque, para praticar seus desenhos. Numa dessas manhãs chuvosas ele encontra uma mulher no parque, que bebia cerveja e comia muito chocolate, logo pela manhã, uma figura intrigante.

 Ao passar dos dias a cidade entra no período das chuvas, então todos os dias de manhã Takao Akizuki vai até o parque, e em todos os dias ele encontra aquela mesma mulher.

 Os dois cada vez mais se aproximam, criando um laço, e de simples conversas em manhãs chuvosas, o amor floresce no coração dos dois. Takao Akizuki se apaixona por uma mulher tão mais velha e que ele não sabe nada sobre ela, nem ao menos um nome ou onde ela trabalha. A mulher assim como ele traz uma bagagem emocional que precisa ser superada.

 A narrativa gira em torno do rapaz, tornando a identidade da mulher, sua personalidade e interesses um grande mistério, o que acaba nos prendendo cada vez mais, ele vai descobrindo mais dela e ela mais dele e ambos vão se melhorando em seus problemas internos.

 O filme é fantástico, tem uma animação incrível, trilha sonora, enredo, dublagem( só a original mesmo, não há dublagem brasileira), a construção dos personagens simplesmente fantástico, seu maior problema é que ele acaba em apenas 46 minutos.

  A duração realmente é muito curta, porém isso não afetou em nada no desenrolar da trama, deixou alguns personagens um pouco mal trabalhados e uma ou outra coisa em aberto, mas no geral a trama é ótima, não tem como não recomendar e é impossível avaliar de forma negativa essa fantástica obra.

Considerações finais:

 Primeiramente, assista! É uma obra magnífica não só na parte visual mas o roteiro é bem encaixado, deixa algumas coisas subentendidas sobre os personagens, mas dá para sacar tranquilamente. Não é muito longo o que pode ser positivo pra quem quer algo rápido mas ao mesmo tempo é negativo por ter tanto potencial que não foi usado. Há aqueles que assistem somente pela parte visual e outros somente pelo roteiro, mas o conjunto dos dois é uma obra-prima.

 

Data de lançamento 1 de junho de 2016 para filmes online (0h 46min)
Direção:                    Makoto Shinkai
Elenco:                     Miyu Irino
Gêneros                   Animação, Drama, Romance
Canção original:      Rain
Música por:             Kashiwa Daisuke
Elenco:                    Kana Hanazawa, Miyu Irino, Fumi Hirano, MAIS
Nacionalidade        Japão

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#6 – Entrevista com Vem Noobar Comigo

É isso mesmo! Nossos casters de elite estão aqui para conversar com a dona do canal Vem Noobar Comigo, falando sobre seu canal no YouTube, seus passos como desenvolvedora e muito mais!

Esse episódio, foi realmente fora da curva, onde foram vistos vários pontos de qual foi a experiência da Viih no mundo dos games, e ainda dando dicas de como manter um canal no YouTube, quais foram seus jogos e sua caminhada na criação de conteúdos.

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#5 Apelido pra mais de metro

Neste episódio, estamos passando os limites razoáveis, e nossos casters de elite estão dividindo com vocês, quais eram os apelidos que eles recebiam, e inventavam para seus arquirrivais, e todos nós sabemos, como pré-adolescentes podiam ser nefastos, na arte de insultar, e claro, que muitos desses apelidos alguns levam pra toda vida, como cabeção da malhação que foi inspiração para muitos cabeções por esse “brasilzão” a fora.

Muitos dizem, que antigamente era a melhor época para se crescer. Muitos homens e mulheres foram formados, na pressão do bullying, ou no carinho amigável de apelidos, que poderiam ser usados para ressaltar uma característica sua positiva, ou muitas vezes, negativa. Quem nunca foi chamado de tampinha, ou para os mais altos, como “boneco de olinda”. Se tivesse um nariz um pouco mais avantajado, ja era chamado de pinóquio, ou era acusado de roubar todo oxigênio da sala.

Gostaria de deixar claro que nomes, idades e qualquer informação foram alteradas, e este episódio não é pra ser levado a sério, apenas um podcast sobre apelidos, e experiências com fim de comédia.

Caso tenha se sentido ofendido por qualquer palavra dita, pau no seu … ops, aháá te peguei, ainda ta lendo isso? É sério? Tá, você ganhou, você realmente é um leitor de primeira, mas vê se volta logo a ouvir o episódio, e se quiser dar uma opinião, e xingar muito no twitter, é só nos marcar no @castsemcontrole . Nosso facebook é @semcontrolecast

Quem diria que falar sobre apelidos renderia tantos minutos assim? Realmente essa galera precisa de terapia.

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