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Kujira no Kora wa Sajou ni Utau – Filhos Da Baleia – Crítica & Análise

Mais uma produção da Netflix, com um enredo interessante e um visual maravilhoso. Kujira no Kora conta tanto com conflitos emocionais quanto físicos, um desenrolar da trama meio demorado porém espetacular. Há algumas criticas um tanto quanto injustas, devido ao fato de que muitos procuraram o anime pelas lutas e o que poderia ser gerado disso, porém seu maior foco é sua história, seus personagens e seus conflitos emocionais.

O visual é impecável, animação é mais do que linda e todo o traçado e a qualidade gráfica trazem uma sensação prazerosa ao se assistir, em alguns episódios há uma variação de cores e brilhos que iluminam a vista mostrando cada vez mais até onde a qualidade gráfica de uma anime pode chegar. Este visual maravilhoso combinada junto com uma trilha sonora fantástica, tornando assim um anime visualmente e sonoramente agradável e prazeroso de se acompanhar.

 

O drama se desenrola nos habitantes da Baleia de Lama, uma ilha flutuante que está a deriva em um mar de areia. Há dois tipos de moradores nesta ilha, os marcados e os não marcados. Os moradores considerados marcados tem uma estranha habilidade de levitar objetos, essa habilidade é chamada de timia, porém junto com essa habilidade vem uma curta expectativa de vida, os marcados costumam viver cerca de vinte e poucos anos. Os habitantes não marcados são pessoas comuns, estes tem o fardo de comandar a Baleia de lama, são estes os lideres e pessoas consideradas importantes.

Seus habitantes vivem o terrível destino de viver a deriva neste mar de areia, sem saber o que há no mundo exterior e sem ter contato algum com outros humanos, sendo assim aqueles que vivem ali não tem noção alguma do que há no mundo. Ao longo dos anos muitas ilhas desertas, muitas vezes com vestígiosde civilização passam pela baleia de lama, quando isto acontece, os habitantes da Baleia vão até lá coletar recursos, porém na ultima vez que apareceu uma ilha, eles encontram uma garota, que também utilizava a timia.

Neste momento o anime começa a se desenrolar, percebesse que eles não estão sozinhos nesse vasto mar de areia e junto com esta garota muitos outros mistérios são descobertos pelos habitantes da Baleia de Lama. A garota vem de outra civilização, ela se demonstra apática e sem emoção alguma, nada para ela tem significado algum e emoções como as que humanos comuns tem para ela é considerado como fraqueza.

A partir disso, tudo na trama vai se desenrolando, acontecem batalhas e conflitos, cada vez mais dúvidas são tiradas e a trama vai cada vez mais se mostrando interessante, porém esse desenrolar acaba sendo lerdo, muita das vezes tornando-se maçante de assistir, porém vale muito a pena, todo a lição que é tirada do anime, tudo que se aprende com ele é mais do que gratificante, tornando assim um anime mais do que recomendado.

 

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#6 – Entrevista com Vem Noobar Comigo

É isso mesmo! Nossos casters de elite estão aqui para conversar com a dona do canal Vem Noobar Comigo, falando sobre seu canal no YouTube, seus passos como desenvolvedora e muito mais!

Esse episódio, foi realmente fora da curva, onde foram vistos vários pontos de qual foi a experiência da Viih no mundo dos games, e ainda dando dicas de como manter um canal no YouTube, quais foram seus jogos e sua caminhada na criação de conteúdos.

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#5 Apelido pra mais de metro

Neste episódio, estamos passando os limites razoáveis, e nossos casters de elite estão dividindo com vocês, quais eram os apelidos que eles recebiam, e inventavam para seus arquirrivais, e todos nós sabemos, como pré-adolescentes podiam ser nefastos, na arte de insultar, e claro, que muitos desses apelidos alguns levam pra toda vida, como cabeção da malhação que foi inspiração para muitos cabeções por esse “brasilzão” a fora.

Muitos dizem, que antigamente era a melhor época para se crescer. Muitos homens e mulheres foram formados, na pressão do bullying, ou no carinho amigável de apelidos, que poderiam ser usados para ressaltar uma característica sua positiva, ou muitas vezes, negativa. Quem nunca foi chamado de tampinha, ou para os mais altos, como “boneco de olinda”. Se tivesse um nariz um pouco mais avantajado, ja era chamado de pinóquio, ou era acusado de roubar todo oxigênio da sala.

Gostaria de deixar claro que nomes, idades e qualquer informação foram alteradas, e este episódio não é pra ser levado a sério, apenas um podcast sobre apelidos, e experiências com fim de comédia.

Caso tenha se sentido ofendido por qualquer palavra dita, pau no seu … ops, aháá te peguei, ainda ta lendo isso? É sério? Tá, você ganhou, você realmente é um leitor de primeira, mas vê se volta logo a ouvir o episódio, e se quiser dar uma opinião, e xingar muito no twitter, é só nos marcar no @castsemcontrole . Nosso facebook é @semcontrolecast

Quem diria que falar sobre apelidos renderia tantos minutos assim? Realmente essa galera precisa de terapia.

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