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Mr. Robot – Hackerman melhorado

Parece que o hype do Mr. Robot passou e agora não vejo muitas postagens da série no Facebook, mas ela está mais viva do que nunca. Hoje vamos entrar na cabeça de Elliot e descobrir como virar um [email protected] e porque essa mistura de “Clube da luta” com cyber crime e revolução popular se tornou algo tão bom.

Primeiramente gostaria de recomendar ver legendado, apesar de ser grande fã da dublagem brasileira, a dublagem feita nessa série perde todo o tom de profundidade do personagem principal. Com a dublagem o personagem acaba se transformando em um personagem com menos peso por conta da dicção e profundida da voz inferior comparado com a original.

 

Sinópse

Pra começar, vamos falar da história da série. Tudo começa com Elliot Alderson um anti-social maluco e nós, sim, “nós” fazemos parte da série mas não falamos ou interagimos, apenas observamos tudo com a perspectivava da mente de Elliot que nos trata como o amigo imaginário silencioso. Elliot Alderson trabalha como engenheiro de software na All Safe, uma empresa de segurança digital, empresa da qual protege grandes companhias que o Elliot realmente odeia. O nosso cyber justiceiro Elliot tem sua dupla identidade e apesar de ter “sociofobia” (medo de interagir com outras pessoas). Elliot é convocado a ser membro da equipe de hackers F-Society pelo Mr. Robot e uma de suas missões é derrubar o maior conglomerado do mundo, a empresa que ele é pago para proteger na All Safe.

 

 Como pude observar Elliot sofre de vários problemas psicológicos, como dito antes a sociofobia e outros transtornos, mas em contrapartida ele é um hacker brilhante. Os hack´s feitos pela série são extremamente bons e perfeccionistas com a realidade e realmente, até eu que sou programador pude identificar os métodos usados por profissionais na área de Pentest (Teste de penetração em sistemas) dentro da série encaixados em uma trama que te prende desde os primeiros minutos do primeiro episódio até o último episódio da ultima temporada.

Falando sobre o ator principal, não poderia haver ator melhor que Rami Malek para interpretar  o Elliot, realmente a escolha perfeita.

A série é consideravelmente muito superior aos filmes e séries antigas que abordavam hackers como pessoas que digitam rápido no teclado. Em Mr. Robot pode-se notar todos os passos de observar e analisar cada detalhe que a própria pessoa pode dar sobre sí que ajuda a entrar em suas contas e serviços e tomar sua vida online, conhecido como hacking social acontece o tempo todo no mundo e é o mais popular e eficaz.

Existem muitos mistérios que cercam os episódios que são em um ritmo crescente revelados e criando plot twist (reviravoltas inesperadas) várias vezes. Por conta do telespectador estar observando o mundo pela perspectiva da mente do Elliot muitas coisas parecem esquisitas e episódios seguintes esclarecem e muitos detalhes em cenas são importantes observar. Isso que me cativou nessa série, não explica detalhe por detalhe do que acontece mas dá pra entender bem se prestar um pouco de atenção, mas se realmente se focar acha muitas pontas que levam para traços do que pode estar acontecendo.

Se você não é da área de tecnologia, ainda sim pode gostar pela trama mas se você conhecer o mínimo da área de tecnologia vai apreciar cada detalhe bem trabalhado pela equipe de roteiristas, que apresentam vários detalhes de como realmente aconteceria e esse tom de realidade nos faz se aproximar e nos questionar -“Isso pode acontecer qualquer dia? Será que está acontecendo agora?”

A revolução contra os grandes conglomerados que controlam as pessoas pelo consumo, definindo o que elas compram, vendem, são ou pensam pois os mesmos conglomerados mandam em praticamente todo serviço e produz quase tudo, criando um sistema perfeito de equilíbrio do consumidor na base e os administradores dos conglomerados no topo, e toda essa ideologia é bem apresentada na série e toma mais força na segunda temporada.

Elliot tem uma amiga de infância a Angela Moss que trabalha com ele e é a única amiga que ele tem e ela é personagem mais normal(pelo menos no início) da série que apesar de ser coadjuvante também desempenha um grande papel no roteiro, assim como a maioria dos personagens secundários que tem os seus desenvolvimentos bem feitos.

 

 

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=O_4KsVrfiUc[/embedyt]

 

 

 

O enquadramento de Mr. Robot é muito diferenciado ao mesmo tempo que é bom, assim como as cores aplicadas nos dão o tom da história obscura e descentralizada, ao contrário do enquadramento comumente visto, os personagens de Mr. Robot aparecem nos cantos das imagens nas cenas e diálogos, criando assim uma sensação de solidão e isolamento, os personagens parecem sempre deslocados e conversando sozinhos.
O diretor de fotografia da série Tod Cambell quebrou conceitos básicos de enquadramento como a “Regra dos Terços”, “Load Room” e “HeadRoom”.

Um fã da série fez uma análise da fotografia no vídeo abaixo no qual descreveu tudo o que qualquer fã de audiovisual e da série percebeu. Está em inglês por enquanto, estamos trabalhando nas legendas que devem sair em uma semana a partir da data de publicação deste post.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=ON0gdQd4avU[/embedyt]

 

Críticas gerais

Mr. Robot tem recebido críticas positivas. No Rotten Tomatoes, tem uma classificação de 97% com uma pontuação média de 8.1 dos 10 com base em 34 avaliações. O site de consenso diz que “Mr. Robot é um cyber thriller de suspense com histórias oportunas e intrigantes, provocativas e premissas.” No Metacritic, que marcou 79 de 100, baseado em 23 opiniões. Merrill Barr da Forbes deu uma avaliação muito positiva e escreveu: “Mr. Robot tem uma das melhores kick-offspara qualquer série há algum tempo” e que “Mr. Robot poderia ser a série que finalmente, depois de anos de ignorância, coloca entre merecedora entre os gostos da HBO, AMC e FX em termos de elogios.”

 

 Personagens

  • Elliot Alderson, o personagem principal que é um engenheiro de software na Allsafe Cybersecurity e um hacker vigilante. Ele tem transtorno de ansiedade social e depressão crônica que faz com que ele viva isolado das outras pessoas.
  • Darlene Alderson, uma das hackers da fsociety.
  • Angela Moss, amiga de infância de Elliot e sua colega de trabalho na Allsafe.
  • Tyrell Wellick, Vice-Presidente Sênior de Tecnologia da E Corp.
  • Mr. Robot, um anarquista que recruta Elliot em um grupo de hackers chamado fsociety.
  • Phillip Price, o CEO da E Corp. (Recorrente 1ª temporada, Regular 2ª temporada)
  • Joanna Wellick, a esposa de Tyrell Wellick. (Recorrente 1ª temporada, Regular 2ª temporada)
  • Dominique “Dom” DiPierro, uma agente do FBI investigando o ataque hacker à E Corp.

Recorrente

  • Michel Gill como Gideon Goddard, CEO da Allsafe Cybersecurity.
  • Gloria Reuben como Krista Gordon, a psiquiatra de Elliot.
  • Ron Jones Cephas como Romero, membro do fsociety.
  • Azhar Khan como Mobley, membro da fsociety.
  • Sunita Mani como Trenton, membro do fsociety.
  • Michael Drayer como Cisco, um hacker que é a ligação dos EUA para o grupo de hackers chineses, o “Exército Sombrio / The Dark Army”.
  • Whiterose/Zhang, mulher transexual e chefe do Dark Army, assim como o ministra da Segurança do Estado da China.
  • Ollie Parker, o ex-namorado de Angela e funcionário da Allsafe.
  • Antara Nayar, a advogada de Angela.
  • Scott Knowles, o CTO da E Corp sucessor à prisão de Colby.
  • Donald “Mr. Sutherland” Hoffman, o motoristra e guarda-costas de Tyrell e Joanna Wellick.

 

 

 

 

 

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#6 – Entrevista com Vem Noobar Comigo

É isso mesmo! Nossos casters de elite estão aqui para conversar com a dona do canal Vem Noobar Comigo, falando sobre seu canal no YouTube, seus passos como desenvolvedora e muito mais!

Esse episódio, foi realmente fora da curva, onde foram vistos vários pontos de qual foi a experiência da Viih no mundo dos games, e ainda dando dicas de como manter um canal no YouTube, quais foram seus jogos e sua caminhada na criação de conteúdos.

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#5 Apelido pra mais de metro

Neste episódio, estamos passando os limites razoáveis, e nossos casters de elite estão dividindo com vocês, quais eram os apelidos que eles recebiam, e inventavam para seus arquirrivais, e todos nós sabemos, como pré-adolescentes podiam ser nefastos, na arte de insultar, e claro, que muitos desses apelidos alguns levam pra toda vida, como cabeção da malhação que foi inspiração para muitos cabeções por esse “brasilzão” a fora.

Muitos dizem, que antigamente era a melhor época para se crescer. Muitos homens e mulheres foram formados, na pressão do bullying, ou no carinho amigável de apelidos, que poderiam ser usados para ressaltar uma característica sua positiva, ou muitas vezes, negativa. Quem nunca foi chamado de tampinha, ou para os mais altos, como “boneco de olinda”. Se tivesse um nariz um pouco mais avantajado, ja era chamado de pinóquio, ou era acusado de roubar todo oxigênio da sala.

Gostaria de deixar claro que nomes, idades e qualquer informação foram alteradas, e este episódio não é pra ser levado a sério, apenas um podcast sobre apelidos, e experiências com fim de comédia.

Caso tenha se sentido ofendido por qualquer palavra dita, pau no seu … ops, aháá te peguei, ainda ta lendo isso? É sério? Tá, você ganhou, você realmente é um leitor de primeira, mas vê se volta logo a ouvir o episódio, e se quiser dar uma opinião, e xingar muito no twitter, é só nos marcar no @castsemcontrole . Nosso facebook é @semcontrolecast

Quem diria que falar sobre apelidos renderia tantos minutos assim? Realmente essa galera precisa de terapia.

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