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The good place – Original Netflix (Análise)

The good place (O lugar bom) é uma série que conta a história de Eleanor Shellstrop (Kristen Bell) que está morta e após sua “passagem” acaba indo para o “lugar bom” (“The good place”), onde apenas os melhores e mais bondosos conseguem chegar por suas incríveis boas ações, o que não combina nada com Eleanor que foi uma pessoa medíocre na sua vida e que nunca ajudou os demais e logo ela percebe que houve algum erro e fica com medo de contar ao “arquiteto anjo” Michael que comanda o bom lugar. Eleanor acaba falando toda a verdade ao “Chidi” sua alma gêmea do paraíso que acaba ajudando Eleanor a ser uma “pessoa melhor” para merecer estar no lugar bom sem que ninguém mais descubra esse erro.

Ted Danson Nbc GIF by The Good Place A série tem três temporadas com episódios lançados semanalmente que consegue te prender perfeitamente com uma série “light”, com desenvolvimento dos personagens muito boa e uma comédia leve. O que realmente te prende são as pequenas sacadas engraçadas e o entendimento da “ética” que o tempo todo é jogada na série e tratado de forma irônica muitas vezes de formas diferentes e abordando várias perspectivas filosóficas de forma muito leve, tão leve que até alguém que realmente não gosta de filosofia ética vai gostar da série e vai se identificar com Eleanor, já que realmente o roteiro trata tudo de forma tão sutil.

A Eleanor é uma típica pessoa que não liga pra ninguém além de si mesma e que tratou muitas pessoas de forma ruim na sua curta vida na terra, e você verá esses flashbacks dela durante a série para ilustrar como foi a vida dos personagens nas suas vidas enquanto vivos.

Season 1 Nbc GIF by The Good Place

Essa foi uma daquelas séries que me surpreendeu por suas reviravoltas na trama mais de uma vez em uma temporada, e apesar de parecer bobinha no começo ela se aprofunda medianamente nos personagens principais que você acaba querendo saber o que vai acontecer a seguir e te motiva a ver mais.

Em cada temporada eles estão em um tipo de situação diferente seguindo uma linha de eventos que é impossível você prever, e que as vezes recorre a “magia do outro lado” para fechar uns buracos de roteiro mas isso é quase imperceptível para olhos não treinados e que querem apenas uma série calma e light para ver naquele final de semana chuvoso.

Resumindo, os primeiros episódios é dentro da média mas posso falar que eu persisti e continuei vendo e realmente valeu a pena acompanhar a série e essa é minha recomendação para você que quer ter uma dica nova de série na Netflix para ver e relaxar a cabeça.

Eu ia até falar dos personagens principais, que no caso são 6, mas eles mudam durante a série mostrando suas verdadeiras personalidades e evoluções éticas e isso seria um spoiler gigante e estragaria sua imersão e provavelmente me levaria ao “lugar ruim” por dar spoiler à vocês, mas caso queiram dar uma olhada por vocês mesmos, cliquem no botão abaixo que te levará diretamente ao bom lugar.

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#6 – Entrevista com Vem Noobar Comigo

É isso mesmo! Nossos casters de elite estão aqui para conversar com a dona do canal Vem Noobar Comigo, falando sobre seu canal no YouTube, seus passos como desenvolvedora e muito mais!

Esse episódio, foi realmente fora da curva, onde foram vistos vários pontos de qual foi a experiência da Viih no mundo dos games, e ainda dando dicas de como manter um canal no YouTube, quais foram seus jogos e sua caminhada na criação de conteúdos.

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#5 Apelido pra mais de metro

Neste episódio, estamos passando os limites razoáveis, e nossos casters de elite estão dividindo com vocês, quais eram os apelidos que eles recebiam, e inventavam para seus arquirrivais, e todos nós sabemos, como pré-adolescentes podiam ser nefastos, na arte de insultar, e claro, que muitos desses apelidos alguns levam pra toda vida, como cabeção da malhação que foi inspiração para muitos cabeções por esse “brasilzão” a fora.

Muitos dizem, que antigamente era a melhor época para se crescer. Muitos homens e mulheres foram formados, na pressão do bullying, ou no carinho amigável de apelidos, que poderiam ser usados para ressaltar uma característica sua positiva, ou muitas vezes, negativa. Quem nunca foi chamado de tampinha, ou para os mais altos, como “boneco de olinda”. Se tivesse um nariz um pouco mais avantajado, ja era chamado de pinóquio, ou era acusado de roubar todo oxigênio da sala.

Gostaria de deixar claro que nomes, idades e qualquer informação foram alteradas, e este episódio não é pra ser levado a sério, apenas um podcast sobre apelidos, e experiências com fim de comédia.

Caso tenha se sentido ofendido por qualquer palavra dita, pau no seu … ops, aháá te peguei, ainda ta lendo isso? É sério? Tá, você ganhou, você realmente é um leitor de primeira, mas vê se volta logo a ouvir o episódio, e se quiser dar uma opinião, e xingar muito no twitter, é só nos marcar no @castsemcontrole . Nosso facebook é @semcontrolecast

Quem diria que falar sobre apelidos renderia tantos minutos assim? Realmente essa galera precisa de terapia.

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